Diz-me que nasceste outra vez
Que a condutividade da embriaguez é brutal
Que só tiveste espaço para um
E que nenhum se instalou assim
Diz me que sim
Porque sim
Porque não houve explicação
E nem a razão
Traidora e serviçal
Parece ser solução
Nem o tempo
O antes ou depois
Te assalta a intenção
Só imaginação
Desconheces pára-raios
Pára-quedas são em vão
Se houver que pisar em falso
Só chão.
Thursday, February 05, 2004
Wednesday, January 28, 2004
Tuesday, January 27, 2004
Friday, January 23, 2004
Ah!
Mais um.
E tão evidente...
Este "Noit´" foi tudo menos convincente.
Frio foi.
Falso não.
Incompetente.
E francamente,
Sinto quando uma mala parte para lugar nenhum.
Uma mala.
Nenhum.
Foram três ao todo.
Os que vi.
Os que senti.
E a ti.
Do outro lado.
O segundo,
Sim, porque nenhuma ordem me é imperativa...
O segundo,
Não sei se por alusão temporal, foi fugaz.
1 segundo.
O segundo.
O primeiro esqueci.
Mas conta.
Mais um.
E tão evidente...
Este "Noit´" foi tudo menos convincente.
Frio foi.
Falso não.
Incompetente.
E francamente,
Sinto quando uma mala parte para lugar nenhum.
Uma mala.
Nenhum.
Foram três ao todo.
Os que vi.
Os que senti.
E a ti.
Do outro lado.
O segundo,
Sim, porque nenhuma ordem me é imperativa...
O segundo,
Não sei se por alusão temporal, foi fugaz.
1 segundo.
O segundo.
O primeiro esqueci.
Mas conta.
Thursday, January 22, 2004
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